Caos no Socorro e Polémica nos Impostos
A nomeação de médicos do INEM para serviços regionais está a ser classificada como “ilegal”. O alerta é dado pelo jornal Público, que revela um dado alarmante: mais de 26 mil doentes críticos ficaram sem o socorro adequado durante o ano de 2025.
No mesmo diário, destaca-se ainda a mais recente atuação do Fisco. A Autoridade Tributária já iniciou o processo de liquidação de impostos relativos ao controverso negócio das barragens.
Recorde Negro na Sinistralidade Laboral
O país regista atualmente três mortes por semana em acidentes de trabalho. O Jornal de Notícias sublinha na sua manchete que este é o valor mais alto da última década.
O setor da construção civil continua a concentrar a esmagadora maioria das fatalidades. Os dados são avançados no rescaldo da morte de dois homens, vítimas da queda de uma grua numa obra sem licença no concelho de Sintra.
Milhões para a Zara e Excesso de Chefias
No mundo dos negócios, o Estado vai pagar um prémio de 55 milhões de euros ao dono da Zara. A notícia, avançada pelo Correio da Manhã, detalha a recompra das ações da REN por 380 milhões de euros.

A operação estatal foi concretizada através de uma compra 17% acima da cotação atual da empresa em Bolsa.
Em paralelo, o Diário de Notícias revela que nunca existiram tantos políticos, chefes e gestores de topo a auferir salários altos. A publicação foca-se também no combate aos incêndios, com os sapadores a denunciarem atrasos no pagamento das horas extraordinárias. Em resposta, o ICNF garante já ter liquidado 90% das verbas em falta.
O Futuro Sombrio das Pensões
O nível de vida dos futuros reformados vai sofrer um corte drástico. O Jornal de Negócios avisa que a pensão, em comparação com o último salário recebido na fase ativa, regista uma quebra de 10 pontos num espaço de 40 anos.
As conclusões de um grupo de trabalho indicam que um trabalhador com um salário médio e 40 anos de descontos enfrentará uma forte redução nos rendimentos. A taxa de substituição projetada fixa-se nos 58% em termos brutos, o que se traduzirá num valor de 70% em termos líquidos.
