Dolly Parton, a lendária cantora de música country e um ícone global da música, morreu aos 80 anos. A notícia foi avançada pela família da artista esta terça-feira, através de uma publicação na rede social Instagram.
A artista tinha, recentemente, sido obrigada a cancelar espetáculos agendados para outubro devido a complicações de saúde. O seu legado, contudo, permanece como um dos pilares da música popular americana.
Origens humildes e ascensão meteórica
Nascida em 1946 em Sevierville, no Tennessee, Dolly Parton cresceu num ambiente de profunda escassez financeira. O seu talento surgiu precocemente: aos 10 anos, já atuava na rádio local.
Aos 13 anos, gravou o seu primeiro single, “Puppy Love”, e subiu ao palco do célebre Grand Ole Opry, em Nashville, marcando o início de uma carreira que a levaria ao estatuto de “Rainha do Country”.
Dolly Parton atua durante o festival South by Southwest, em 2022.
Sucessos imortais
Em 1964, mudou-se para Nashville, onde consolidou o seu nome como compositora de êxito para outros artistas. A viragem para o estrelato mundial aconteceu durante a sua participação no programa de variedades de Porter Wagoner, entre 1967 e 1974.
O reconhecimento global consolidou-se em 1974, com o lançamento de “Jolene” e “I Will Always Love You”. Esta última, mais tarde, ganharia um alcance ainda maior através da interpretação de Whitney Houston.
Dolly Parton nos Prémios da Academia de Música Country, em 2023.
Durante a sua trajetória, Parton gravou 48 álbuns de estúdio e ultrapassou os 100 milhões de discos vendidos. O seu palmarés inclui 11 Grammys, três Emmys, além de diversas nomeações para Óscares, Globos de Ouro e prémios Tony.
Dolly Parton na estreia do filme “Joyful Noise”.
Dolly Parton em concerto em Detroit, 2009.




